Bagatuna  
Tuna Masculina   Escola Superior de Desporto de Rio Maior

Novembro de 2003


História 

Sete amigos partilhavam mais uma noite na bela cidade de Rio Maior e eis que surge uma vontade até ai escondida por todos a formação de uma Tuna Masculina. A Bagatuna dá os seus primeiros passos, inicialmente de forma muito tímida pela garagem do Rui (Tigrão) e posteriormente pela tão afamada e acarinhada “Tasca do Tio Alexandre”. A notícia começa a espalhar-se e rapidamente surgem mais interessados em fazer parte desta nova aventura. Começam-se então a ouvir acordes, cada vez mais afinados, e uma força para fazer crescer este projecto que até então nunca se tinha visto na cidade. A Bagatuna vivia na sombra, pois grande parte dos seus elementos tinham feito ou ainda faziam parte da tuna mista da ESDRM, não querendo ninguém desta forma apressar as coisas e realizar uma primeira apresentação que não fosse marcante para todo o universo académico da ESDRM ou mesmo do próprio IPS.

O Hino da Bagatuna, “Bagatunaço”, surgiu de uma forma espontânea com um refrão marcante e alegre, que veio dar mote para o nome da Tuna.

Quase um ano depois do projecto Bagatuna dar inicio e da notícia da formação de uma Tuna Masculina na ESDRM, eis que surge o tão esperado convite para uma primeira actuação.Esta nesse momento era constituída por 11 elementos sendo eles, carinhosamente apelidados por, Portimão (Magister), Cuco, Tigrão, Doce, Borges, Mário, Daniel, os Tunos fundadores do projecto, que tinham a companhia do Cota, Bucho, Sandro G e Cuquinho, sendo estes últimos projectos de animais, uma das hierarquias adoptadas pela Bagatuna. O convite foi feito pela comissão organizadora da recepção ao caloiro do IPS. Nesse dia, 12 de Outubro de 2004, a Bagatuna é amadrinhada pela TUFES e consequentemente praxada por estas numa cerimónia sentida, que marcou todos os intervenientes. Em seguida seguiu-se a tão esperada actuação, que se constituiu numa praxe colectiva em que todos os elementos da Bagatuna, sem excepção, fizeram cumprir uma regra imposta por todos eles – usar uma fralda na primeira actuação de cada elemento da Bagatuna. Este gesto fez explodir o recinto do espectáculo e fez com que a alegria do público retirasse o nervosismo dos elementos da Bagatuna, realizando assim uma actuação sem erros e cheia de força.

Desde esse momento, a Bagatuna nunca mais parou e continua a criar músicas que marcam todos os que as escutam, afirmando-se, cada vez mais, como uma referência musical na vida académica da ESDRM, do IPS e do nosso Portugal.

“A formação da Bagatuna e o crescimento da nossa menina é o nosso maior Orgulho!